No mês da Consciência Negra, a Defensoria Pública de Pernambuco, aprova a obrigatoriedade da matéria racismo e questões étnico-raciais, nos concursos e cursos de formação da instituição
A Defensoria Pública de Pernambuco, aprovou na última quinta-feira (24), a resolução sobre a obrigatoriedade da matéria racismo e questões étnico-raciais nos concursos e cursos de formação da Defensoria Pública.
O texto teve relatoria da defensora pública da 3ª Vara de Execuções Penais, Dandy Carvalho, e foi apresentado ao Conselho, pela defensora pública, Juliana Paranhos, que atua no Núcleo de Direitos Humanos da Instituição. Para ela, a aprovação da resolução, reafirma o compromisso da Defensoria Pública de Pernambuco na luta antirracista.
“O Núcleo de Direitos Humanos e o Grupo de Trabalho pela Equidade Racial da Defensoria Pública, entendem que existe a necessidade de uma reparação histórica com o povo negro e indígena, e que o debate é essencial para a compreensão do racismo estrutural. Além disso, a resolução é a concretização da nossa missão institucional de defesa dos grupos vulneráveis e da promoção dos direitos humanos, na sua forma mais plena”, frisou Juliana Paranhos.
Vale ressaltar, que o dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, surgiu como uma forma de refletir sobre o valor e contribuição da comunidade negra para o Brasil, tendo o papel de relembrar a resistência do povo negro e dar maior visibilidade à busca por igualdade e por direitos, e à luta contra o racismo.




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